Posts tagged ‘Bahia’
Descontração total
Enviado por *Gilmara Ferreira da Silva
Momentos de descontração da equipe da Universidade Castelo Branco – UCB
*Gilmara Ferreira da Silva é estudante de Serviço Social da UCB
Ainda na mídia
Enviado por *Dinorá Lanes
Há um tempo, colhi algumas reportagens sobre o trabalho do SENAR RONDON em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. Recordar é viver e esta é uma aventura com muitas e muitas histórias a serem lembradas.
Veja essa da Redação UAU Mais:
Coordenador do projeto Senar/Rondon: “foi plantada uma semente”
Na apresentação dos resultados do Projeto Senar/Rondon no Assentamento Rio de Ondas, na manhã deste sábado, 4, na sede do Sindicato Rural em Luís Eduardo Magalhães, o coordenador André Sanchez afirmou que a sensação de todos os participantes do projeto – de alunos à professores – é de dever cumprido.
“Estou extremamente feliz e realizado. Levo para para Brasília a sensação de dever cumprido”, disse.
Sanchez comparou o trabalho realizado no Assentamento durante a última semana como o plantar de uma semente. Embora tenha havido pouca participação da comunidade assentada, ele acredita ser possível a mudança de hábitos e cultural das famílias que vivem no local.
“A gente esperava um engajamento maior da população local, o que não aconteceu, pelo menos na dimensão do que a gente esperava. Tivemos ações, realizamos alguns trabalhos lá, mas a gente contava com uma participação maior da comunidade local”.
“Não foi por falta de empenho e disposição da equipe. É uma mudança difícil, até mesmo cultural”, pontuou André.
Imagem positiva
Nos poucos dias que a equipe do projeto Senar/Rondon permaneceu em Luís Eduardo, foi possível conhecer um pouco da realidade local. Sanchez relatou as visitas feitas a duas propriedades rurais no município, as quais, contribuíram para desmistificar a imagem que ele e parte do grupo tinham acerca da região.“Aqui com trabalho, com força de vontade, tudo que se planta dá. Precisa sim, dedicação, emprenho, suor”, observou, fazendo menção ao potencial para agricultura do município.
Projeto Senar/Rondon entrega placa de agradecimento para o município de Luís Eduardo Magalhães. Na foto acima, Maira de Andrada, primeira dama do município, representando o prefeito Humberto Santa Cruz, Vanir Kölln, presidente do Sindicato Rural e André Sanchez, coordenador do Projeto.
Evento contou com participação de representantes do meio rural, secretarios do governo municipal e ao fundo, de camisetas verdes, os estudantes que participaram das atividades do Senar/Rondon no Assentamento Rio de Ondas entre os dias 31 de janeiro e 05 de fevereiro
*Dinorá Lanes de Oliveira é estudante de enfermagem da UCB
Dois Lados
Chegou ao fim mais uma grande jornada, que contou com a participação de estudantes de diversas Instituições e lugares diversos. Esta edição do Projeto SENAR RONDON serviu para demonstrar aos estudantes a diferença entre produtores de alimentos e “donos de terra”. Durante as duas semanas, convivemos com pessoas que ganharam um pedaço de terra para produzir alimentos. Visitamos os assentamentos e também visitamos uma propriedade rural bem sucedida. Vimos duas realidades bem diferentes…
Quando tive a oportunidade de visitar os assentamentos, achei que todos os assentados fossem produtores rurais, mas me enganei. Observei que existe uma pequena parte que está ali disposta a produzir alimentos. E uma grande maioria que apenas espera uma “ajuda do governo”.
Visitamos uma propriedade de 20 ha, onde o produtor está ali há mais de 15 anos. Começou sua vida em Luis Eduardo Magalhães como empregado e aos poucos conseguiu comprar uns 5 hectares de terra. E foi progredindo na vida. Porém, na mesma cidade, no assentamento Rio de Ondas, vimos diversos assentados que obtiveram em torno de 35 hectares e também tiveram direito a um incentivo do governo para iniciar sua produção. Eles simplesmente “gastaram” seu dinheiro com outras coisas e largaram suas terras de lado. É claro que existem pessoas que estão batalhando e trabalhando duro sol a sol para conseguir ganhar o dinheiro com suas próprias pernas.
De certa forma fiquei um pouco assustado com o que vi. Em parte, os assentados não estão dispostos a produzir e ter sucesso na vida. Mas o que ainda me deixa feliz, foi ver que existem pessoas que amam a terra e dela conseguem colher coisas boas para suas vidas.
*Tiago José Malacarne é estudante de Agronomia do IFMT – Campus São Vicente e esteve no Ônibus 1.
A magia da produção agrícola
Enviado por *Dinorá Lanes
A velha frase: “nesta terra, em se plantando, tudo dá”…..é mais que verdadeira e pude constatar isto nas visitas que fizemos a duas, bem sucedidas, propriedades em Luis Eduardo Magalhães, na Bahia.
É tão lindo ver o que o trabalho bem dirigido pode fazer com a terra. É uma troca: o homem cuida dela e ela lhe devolve generosamente em produtividade.
O amor demonstrado por estas pessoas ao que fazem é contagiante e fez com que todos tivéssemos a vontade de tocar, experimentar, entender a “mágica” que faz com que as pequenas sementes lançadas ao solo frutifiquem e produzam alimentos para todos nós.
Nunca, com certeza, paramos para pensar ao entrar no supermercado de nossa cidade, ou mesmo no sacolão ou na feira em todo o trajeto percorrido, todo o trabalho despendido pra que aquela verdura, aquele legume, aquela fruta chegasse às nossas mãos. Um trabalho de sacrifícios, com certeza, e que conta não somente com o esforço do agricultor, mas também com a força da natureza, o ataque das pragas. Muitas vezes, tudo perdido.
Mas lá estão eles, novamente arando, semeando e cuidando pra que nós aqui possamos encontrar as prateleiras cheias de variedades. E quando não é assim, reclamamos, esbravejamos a alta dos preços, a qualidade mais ou menos do produto.
Com certeza, o trabalho do agricultor é muito difícil. Encarando sol, chuva…..seca, cheia…..pragas que da noite para o dia destroem todo o trabalho feito. Acho que todos nós, que tivemos o privilégio de conhecer estas pessoas, a família da fazenda Oilema e a família do Sr. Levi, voltamos para nossas casas com uma visão nova, apaixonados pelo homem do campo e valorizando muito mais o seu trabalho.

Parabéns a essas famílias de produtores rurais que desempenham muito bem o seu trabalho e fazem brotar a magia de a terra produzir fartamente.
Abraços a toda família Senar Rondon.
*Dinorá Lanes de Oliveira é estudante de Enfermagem da UCB
Alegria
Enviado por *Ana Lúcia Deodoro
Alegria que se demonstra é força contra a tristeza e o medo… Ao abrir-se num sorriso, você encaminha alegria em direção aos outros e também a si mesmo…
É como se dissesse estar contente consigo mesmo, com a vida, com os outros e com Deus… O sorriso que vem do mais profundo sustenta a mente, à semelhança do combustível que sustenta o motor… Por isso, não se feche nem seja indiferente ao sorriso dos outros… Sorrir é mostrar que vale a pena viver. E COMO VALE!!!!
Depois de muita labuta, temos também nosso momento de descontração!
*Ana Lúcia Deodoro é estudante de pedagogia da UCB
Empurre sua vaquinha
Enviado por *Ana Lúcia Deodoro
Foto tirada em Luís Eduardo Magalhães, no assentamento Rio das Ondas
Um Mestre da sabedoria passava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou, ao longe, um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, mesmo com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar. Sem saneamento, casa de madeira. Os moradores; um casal e 5 filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas. O Mestre aproximou-se do senhor, aparentemente o pai daquela família e perguntou:
– Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem?
E o senhor calmamente respondeu:
– Nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte produzimos queijo e coalhada para nosso consumo. Assim vamos sobrevivendo
O Mestre agradeceu a informação, contemplou o lugar por alguns momentos, despediu-se e foi embora. No meio do caminho, voltou-se para seu fiel discípulo e ordenou:
– Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a, jogue-a lá embaixo.
O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do Mestre, cumpriu a ordem. Empurrou a vaquinha precipício abaixo e a viu morrer.
Aquela cena ficou marcada em sua memória durante anos. Atormentado pela cena, resolveu largar tudo o que estava fazendo, muitos anos depois, e voltou àquele lugar decidido a contar tudo e implorar perdão à família.
Ao se aproximar do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, carros na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Sentiu-se triste e desesperado imaginando o triste fim que tivera aquela humilde família, após o fatal ‘acidente’ com a vaquinha. Ao chegar no portão, foi recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há alguns anos atrás. O caseiro respondeu:
– Continuam morando aqui.
Espantado ele entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o Mestre. Elogiou o local e perguntou ao homem:
-Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida agora?
O senhor entusiasmado, respondeu:
– Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. A partir de então, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver novas habilidades que não sabíamos possuir, e assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.
Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para a sobrevivência e convivência com a rotina. Descubra qual é a sua…
*Ana Lúcia Deodoro é estudante de pedagogia da UCB
Formosa do Rio Preto – saudades
Enviado por *Dinorá Lanes
Continuando nosso tour, ai está uma foto do assentamento Canadá em Formosa do Rio Preto – BA. O clima é seco, a aparência é árida mas o povo é caloroso, alegre e muito hospitaleiro.
Uma cidade que nos recebeu literalmente de braços abertos. Não só o pessoal do assentamento, mas também as autoridades locais e a população em geral.

Ah! Que saudade do nosso lar doce lar no Colégio Coração de Jesus!!! Com certeza estes são dias para sempre em nossa lembrança.
Saudades!
*Dinorá Lanes é estudante de enfermagem da UCB
Formosa do Rio Preto – curiosidade cultural
Enviado por *Dinorá Lanes
Nem tudo em nossa viagem foi trabalho. Vamos dividir também o que conhecemos das cidades por onde passamos.

Este é o Rio Negro de Formosa. Um verdadeiro cartão postal, onde pudemos nos refrescar nos finais de tarde, após nossa jornada de trabalho. E o melhor, era logo ali na esquina. Um lugar lindo, com águas limpas e com uma curiosidade: as lavadeiras que começam seu trabalho antes do sol nascer, com suas trouxas de roupas….e ao final do dia ainda estão lá. Lavando, esfregando, batendo e batendo a roupa em pranchas de madeira fixas nas margens do rio especialmente para esta finalidade. Interessante que, sem toda a nossa tecnologia de máquina de lavar, amaciante, alvejante, sabão em pó, elas passam o dia…. somente com o bom e velho sabão em pedra e a força dos braços. E a roupa sai de lá limpa e cheirosa.
Alguns colegas colocaram suas roupas nas mãos destas profissionais e tivemos a oportunidade de comprovar a qualidade deste trabalho. Tinha visto coisas assim somente nas novelas de época, onde escravos lavavam as roupas nas margens dos rios. Não imaginava que ainda existisse algo assim e, menos ainda, que teria a oportunidade de ver de perto. Uma curiosidade cultural da nossa Formosa do Rio Preto. Uma cidade apaixonante.
*Dinorá Lanes de Oliveira é estudante de enfermagem da UCB
A diferença
Enviado por *Ana Lúcia Deodoro
A novela das 18 horas, da Rede Globo,tem mostrado pessoas fazendo bijuteria com Capim Dourado. Achei interessante e lembrei do que vimos no assentamento Rio das Ondas, em Luís Eduardo Magalhães (BA). Fiquei impressionada com aquelas mulheres guerreiras, que com tantas dificuldades, conseguem fazer coisas tão belas. O trabalho delas é fonte de renda para suas famílias.
Parabéns, mulheres do assentamento Rio das Ondas, vocês estão fazendo a diferença!
*Ana Lúcia Deodoro é estudante de pedagogia da UCB
Como Ser Feliz!
Enviado por *Ana Lúcia Deodoro
Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
Onde estão seus móveis? – perguntou o turista. E o sábio, bem depressa, perguntou também: E onde estão os seus…? Os meus?! – surpreendeu-se o turista – mas eu estou aqui só de passagem! Eu também… – concluiu o sábio.
A vida na Terra é somente uma passagem… No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem de ser feliz.

“O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis…
Formosa do Rio Preto – BA”.
*Ana Lucia Deodoro é estudante de Pedagogia da UCB





























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